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Sistemas integrados de produção agrícola e pecuária, a produção sustentável | Europa

A utilização do sistema integrado de produção é uma prática que está aumentando no setor agrícola do brasil, e traz benefícios para a econômica, produtiva e sustentável, para aqueles de vocês que têm sido adotadas. Ele é baseado na diversificação e integração dos diferentes sistemas de produção (agricultura, pecuária e silvicultura na mesma área produtiva e de benefícios para todas as atividades no caminho uns dos outros.

Na prática, isso significa dividir as áreas de atividades produtivas, acima mencionadas, ou uma rotação sobre certos períodos de tempo, e, portanto, aumentar a ciclagem de nutrientes do solo, melhorando as condições de produtividade e eficiência, sem grandes investimentos e de uma forma sustentável.

No vídeo a seguir, produzido pela Embrapa, que agora lidera a Rede para a Promoção da Integração da agricultura, Pecuária e Silvicultura (instituto de finanças públicas locais), e que nós, os povos da Europa, somos uma parte, reflete isso muito claramente. Basta dar uma olhada:

Se você chegou até aqui já deve-se entender, e como esse sistema integrado obras e os benefícios que ela traz para todas as áreas de produção em que está presente. Agora vamos mostrar alguns detalhes e figuras para esta prática, de acordo com uma nova pesquisa encomendada pela Rede para a Promoção instituto de finanças públicas locais e foi conduzido pelo Kleffmann Group.

Das quatro combinações possíveis para este tipo de prática, é de salientar que o sistema agropastoril (agrícola e pecuária), que é de longe o mais utilizado no Brasil, com 83 por cento da colheita, agindo desta forma. A seguir são agrossilvipastoril (crop-pecuária-floresta), com o advento das 9% dos casos), seguido por silvipastoris (floresta, agricultura), com 7% do silviagrícola (agrícolas e florestais), com apenas 1 por cento.

No Estado de Mato Grosso do Sul possui a maior área de implantação do sistema, com mais de 2 milhões de hectares de terra para os modelos propostos. Em seguida, há o Mato Grosso e Rio Grande do Sul.

Entre 2010 e 2015 (o tempo de estudo, o instituto de finanças públicas locais, foi responsável pela apreensão de cerca de 22 milhões de toneladas de emissões de CO2, e para colaborar, em grande escala, a diminuição da pegada de carbono provocadas pelas atividades agrícolas e realize o objetivo principal do Plano é a Agricultura de Baixo Carbono (ABC).

E, por isso, se você quer saber como usar o sistema de instituto de finanças públicas locais também nos campos? Por favor, vá para este link e navegar no universo. Em breve você vai encontrar mais informações aqui bem!

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